YayBlogger.com
BLOGGER TEMPLATES
Mostrando postagens com marcador filmes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filmes. Mostrar todas as postagens

domingo, 25 de julho de 2010

Dica

Assisti a um filme hoje. Eu bem gosto de drama. "Draminha", como diz o Dudu. Mas esse filme trata de um assunto pesado de forma leve. Muito bom.


"The Lovely Bones" - 2009
Direção: Peter Jackson


















Trailler.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O retorno

Muito tempo sem postar, mas muitas coisas pra contar. Finalmente coloquei em prática algo que sempre quis fazer, que sempre tive vontade de saber se tinha talento para ou não. Ainda é cedo para descobrir, mas tendo talento or not, estou gostando muito de investir minhas horas fazendo isso.



Uma bolsa de mão. Que bom que o tecido é bonito, isso salvou-a da desgraça estética.


E também tem isso, que a minha querida prima Carol me ensinou a fazer, entre uma cerveja e outra (fuxicooo):




Enfim, um hobbie por assim dizer, que tire a minha mente e mãos do ócio.

II) Ciúmes: Um sentimento que me corrói desde que me conheço por gente. Claro que só sinto isso porque gosto das pessoas. Se não gostasse, estaria cagando. Mas acredito que seja pura insegurança mesmo. Que droga, odeio sentir isso.

III) Terminei A Casa dos Espíritos, da magnífica Isabel Allende. Definitivamente, sou uma pessoa de romances. Pra que analisar a parte histórica da história, se ela senta muito bem apenas como pano de fundo? Nesse caso, a história da família Trueba é contada a partir dos seus peculiares personagens, remontando cerca de um século, em que o Chile passa pelo domínio das oligarquias rurais, passando pelo primeiro governo de esquerda, e chegando ao golpe e à ditadura militar. Isabel Allende, para quem não sabe, é irmã de Salvador Allende, último presidente a assumir antes da derrocada da democracia e a instalação do regime militar sob a espada de Augusto Pinochet em 1973. Durante o golpe, em meio ao alvoroço e histeria, Allende recusou-se a sair do Palácio da presidência e a se entregar, morrendo dentro das chamas que invadiram a sua sala (fato relatado no livro). Isabel é jornalista e dedica-se a contar por tabela a história da sua família, que certamente dá pano para manga. E repito que a narrativa e o próprio enredo das histórias dela são muito parecidas com as de García Márquez: o fantástico, as peculiaridades de cada personagem, as paixões arrebatadoras, tudo de belo e de feio também, é muito parecido. Enfim, só lendo mais algum autor aqui da América Latina pra saber se é um bem da cultura américo-hispânica essa forma fantástica (no sentido da fantasia) de contar histórias, de misturar irreal com verdade. Falta assistir ao filme agora, com a Meryl Streep. Vou ver se baixo.


IV) No serviço público não se trabalha. Quem disser o contrário está mentindo para você. E jornalista é capacho em qualquer lugar. Vive na mão e dependendo da permissão dos outros; pessimista parecer, porém real.

V) Essa madrugada ocorreu um fato que vai render histórias para o resto do ano, pelo menos. Com esse calor infernal estou dormindo no quarto de baixo, meu antigo quarto, onde há um ar-condicionado. O piso dos quartos, aqui em casa, é bem pequeno. Acordei pelas cinco da manhã, com o Pingo adentrando sem pedir licença no quarto, que estava com a porta só encostada e eu levei um baita susto. Aí levanto e vou até o banheiro, de onde estava saindo o meu irmão, no escuro. Ele ficou tão apavorado, mas tão apavorado, que começou a gritar e pular e pegou as minhas mãos e começou a esmigalhá-las. Eu disse “sou eu, André!”. E ele dizendo “eu vou te matar, Julianne!”. Hahahahahahahahhahahaha. Tadinho, pensou que eu fosse uma alma penada.

VI) Tenho para assistir Mulheres à beira de um ataque de nervos, que eu não vi, e September issue, que o mozi achou pra mim na internê. Um documentário sobre todo o trabalho em cima da edição de primavera da Vogue americana. Deve ser interessante.



Listening o barulho do ventilador e destilando. Beijos!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Sangue e diversão


Tarantino segue uma linha que sabe como construir e se sai bem. É simples! A trama não tem nada de engenhoso, nada de grandes surpresas. Mas é muito engraçado, e esteticamente bonito de se ver. Quanto à história do filme não consigo deixar de pensar como ninguém na II Guerra Mundial não pensou naquele tipo de solução antes?

Um pequeno exército de americanos, judeus e austríacos, sob a liderança de Aldo Raine (um Brad Pitt caipirão do Tennessee) vão à caça de soldados nazistas, ou melhor, dos seus escalpos. O capitão afirma ter origem indígena e se intitula como O Apache, e exige de seus homens nada menos que sem escalpos de nazistas por cada.


A trama pessoal acontece com a judia Shosanna Dreyfus (Mélanie Laurent), que assiste à execução da sua família à sangue frio sob o comando do coronel Hans Landa (Christopher Waltz ), que na minha opinião, executou com maior excelência o seu papel. Consegue ser amendrontador e cômico ao mesmo tempo, e quem assiste torce pela morte dele o filme todo, tamanho o asco que ele desperta. Enfim, Shosanna herda um cinema e conhece m herói da Guerra, que realizou a proeza de matar 300 soldados inimigos na Itália. Ele pede que o filme sobre a sua vida e que ele estrela tenha a pré-estreia exibida no pequeno cinema de Shosanna. Então, ela e Marcel, o projecionista e amante dela, arquitetam incendiar a elite nazi dentro do auditório no dia da exibição do filme, ao mesmo tempo em que os Bastardos Inglórios tramam também um plano de destruição na mesma pré-estreia.


Eles não se cruzam durante o filme todo, são duas vinganças paralelas. O filme não dá tensão alguma, porque você sabe que de um jeito ou de outro todo mundo vai morrer. Só as cenas de sangue e violência que me deixaram um pouco apreensiva e me fizeram fechar os olhos durante o filme, mas fora isso, não há suspense algum. E achei Mélanie Laurent muito parecida com Uma Thurman. E achei o filme tão divertido quanto o Kill Bill I e II. Mas é isso, diversão. E no final, uma reviravolta pode-se dizer que surpreendente, mas não fecha com a idéia que fazemos do personagem (centro da reviravolta) durante todo o tempo.


Se tiver tempo, assiste! São duas horas e meia de filme.

Ficha Técnica:
Inglourious Basterds
EUA, 2009 - 153 min
Guerra
Direção: Quentin Tarantino

Roteiro: Quentin Tarantino

Elenco: Brad Pitt, Mélanie Laurent, Christoph Waltz, Eli Roth, Michael Fassbender, Diane Kruger, Daniel Brühl, Til Schweiger, Gedeon Burkhard, Jacky Ido, B.J. Novak, Omar Doom, August Diehl, Denis Menochet

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

O grande truque


Meu namorado questiona por que julgo um filme pelo o elenco e opto assisti-lo ou não se há nele atores com os quais “vou com a cara”, e não fico atraída simplesmente pela história. É uma pergunta que eu me faço e as pessoas devem fazer isso inconscientemente também, só devo estar sendo mais explícita. Então, este filme conta com três (quatro com o David Bowie) atores que eu gosto bastante: Christian Bale, que consegue fazer papel de subversivo em todos os filmes aos quais tive prazer de assistir e acho que seria incapaz de fazer o bom moço; Hugh Jakcman, o galã de tudo que é filme, embora eu só consiga lembrar dele como Wolverine; e Scarlett Johansson, que pode não ser uma atriz excepcional, mas é muito bonita de uma maneira não convencional e o charme dela já basta.

Curiosamente e sem querer assistimos a três filmes de época no fim-de-semana, um que se passa no Brasil colonial, outro no far far oeste americano e este, que parece ser por volta do século XIX em Londres. Dois mágicos, unidos pela vocação e por suas qualidades contrárias (um para a presença de palco e o carisma e outro pelo puro talento e engenhosidade), mas separados pelo objetivo de tornaram-se mágicos de sucesso e a morte de uma garota, Alfred Borden (Bale) e Robert Angier (Jackman) tornam-se grandes rivais. No início da carreira, no truque em que a assistente, o amor de Angier no caso, é colocada em um tanque de água com dois nós, nas pernas e nos braços, um deslize com intenção ou não é cometido por Borden. de tanto insistir que um tipo de nó diferente também era seguro, ele quis provar isso em um dos espetáculos. A menina que deveria escapar-se do nó e fugir do tanque que possuía um cadeado falso não consegue se soltar e morre antes de ser tirada da água. Borden foge e cria a sua própria família, os dois seguindo suas carreiras separados pelo assassinato sem intenção, até que ele tem uma grande ideia e passa a executar o truque do Homem Teletransportado. Cutter (Michael Cane), mentor dos dois e engenheiro dos truques e um ator que eu também gosto muito (ele faz o Alfred do Batman, me lembrei) adverte que o mágico usa um dublê para entrar numa caixa e sair da outra vazia no outro lado do palco. Angier não acredita e pede a sua nova assistente, Olivia (Scarlett) para infiltrar-se no trabalho do rival que conta com a ajuda de outro engenheiro, Fallon. Ele a aceita, e mesmo casado acaba apaixonando-se pela loirosa de lábios carnudos. Ela acaba se voltando contra Angier, que passa a executar o mesmo truque enfim com um dublê, mas ao invés de caixas são postas apenas portas no palco, uma delas com um alçapão que é escondido quando a porta é aberta e o mágico cai em um colchão embaixo do palco, aparecendo seu dublê na outra ponta.

Mesmo assim, um quer saber a maneira com que o outro realiza o truque e Olivia lhe traz o seu diário com uma palavra que o decifra (o diário é um criptograma). Borden então teria obtido a ajuda do cientista Tesla (BOWIE, moreno no filme e um pouco mais gordinho que de costume), que na recente descoberta da eletrecidade usa circuitos de correntes alternadas e não contínuas, como Thomas Edison fazia na época e usava a ciência muito além das necessidades funcionais e industriais do homem: ele era capaz de realizar verdadeira magia com os raios de energia. O Grande Danton (nome “de guerra” que a sua mulher teria criado) pede que ele construa uma máquina como construiu ao seu inimigo e descobre como ela funciona: ela cria clones. Ele passa a usar o método de desaparecer e voltar dentro da máquina, e os clones gerados no seu desaparecimento são todos mortos o fim do espetáculo.

No início do filme Cutter fala que um grande truque consiste em três fases: a promessa, em que o mágico faz um relato comum e pede que a pessoa faz uma demonstração do que usualmente acontece, a virada, que é o truque em si, mas o público não aplaude até que o coelho ou a moeda que sumiu volte, isso é mágica, e esta última etapa é o prestígio.
Ele conseguiu realizar o grande truque e a esta altura Borden está na cadeia respondendo pelo assassinato do seu grande amor. Porém, na noite da execução uma surpresa. Angier, que havia forjado a sua morte, reaparece e é morto com um tiro por Borden, que havia sido executado naquela noite. Mas ele esclarece a história antes que o Grande Danton fecha os olhos. Ele tinha um irmão gêmeo, disfarçado de engenheiro (Fallon), usado em todos os truques, até na sua vida pessoal, em que um ficava com Olívia e outro com a esposa Sarah, sem que as duas soubesse que não compartilhavam o mesmo homem. E assim ele vence.

O filme é realmente muito bom de assistir, nem um pouco cansativo e repetitivo e como eu disse, o elenco faz toda a diferença =)

Ficha técnica:

The Prestige (2006)

EUA/ United Kingdom

Direção: Christopher Nolan

Elenco: Christian Bale, Hugh Jackman, Scarlett Johansson, Michael Cane, Andy Serkis.

129 minutos

.

Boa semana pra todo mundo =)

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Tabu




Começo com uma resenha do último filme que assisti no cinema e que quase me tirou lágrimas dos olhos: De repente, Califórnia. Detalhe que o titulo original é Shelter (abrigo, em inglês), mas traduziram para a música do Lulu Santos. “Garota, eu vou pra Califórnia, viver a vida sobre as oooondas…”

Não sei se por não estar muito na mídia ou para não ficar muito na pinta, o filme está sendo exibido na sala oito no Unibanco Arteplex do Bourbon Country – a menor sala do cinema, que mais parece o home theater particular da Xuxa.

Na sala, casais gays e gays desacompanhados, umas poucas meninas, e todos suspirando com a história de amor pouco convencional na tela.

Zach é um jovem grafiteiro que mora em uma cidade litorânea da Califórnia, e mora com a irmã e um sobrinho pequeno. Em uma das manhãs que vai pegar onda na praia reencontra o irmão do melhor amigo, que há tempos não dá as caras na cidade. Shaun se deu bem em L.A. e escreve roteiros para filmes. Só que ele é gay e ninguém sabe. Os dois se aproximam e numa noite de cerveja e confissões, Shaun acaba beijando o ingênuo Zach. Eles então se envolvem cada vez mais e o escritor vê no jovem artista um talento desperdiçado na cidade esquecida, cuidando do pequeno Cody fazendo o papel de mãe pela sua irmã e desperdiçando os dias em um lugar que não vai leva-lo a lugar algum. Tem até cenas mais fortes, mas nada indecente.



A paisagem exótica e linda, praias e morros, sol o tempo todo, dá para o filme um ar elegante e de sonho. De muito bom gosto. O que torna o filme bem mais tranqüilo se assistir, para quem não é acostumado a ver esse tipo de demonstração de amor. o escritor acaba inscrevendo Zach na escola Cal Arts, onde o guri já havia se inscrito uma vez e recusado a bolsa que lhe ofereceram. Dessa vez ele aceita, com a oportunidade da mudança da irmã com o namorado para outra cidade, para onde ela não poderia levar o filho.

Zach acaba indo pra L.A. com o grande amor e levam o pequeno junto. E todo mundo suspira no cinema. Coragem do diretor que fez o filme e apesar de não trazer o tabu homossexualismo para discussão, é um passo para quem não curte ver dois caras muito bonitos se beijando. No final, tudo acaba bem a história de amor até que vale a pena.

Ficha Técnica:

Shelter (2007)

EUA

Direção: Jonah Markowitz

Elenco: Trevor Wright (Zach) , Brad Rowe (Shaun), Tina Holmes (Jeannie, irmã do Zach), Jackson Wurth (Cody)

97 minutos

.